Nesta
segunda (02/12), o Vereador Osmar
Ricardo (PT) foi a Tribuna da Câmara Municipal do Recife para defender as
reivindicações dos/as auxiliares e técnicos de enfermagem.
“O que me traz nessa tribuna hoje é a indignação
dos/as servidores/as da Prefeitura com essa gestão que acerta uma coisa na mesa
de negociação e quando chega na prática, na hora de mandar os projetos pra
fechar os acordos, deixa a desejar”, criticou Osmar.
Osmar
reforçou que as verbas federais estão disponíveis para que os acordos sejam
selados.
“Foram
feitos acordos com o Sindicato dos Médicos, Sindicatos dos Dentistas, Sindicato
dos Enfermeiros. Acordos protocolados com verba federal do SUS que não vão
mexer nos cofres municipais”, lembrou Osmar.
Ainda
no discurso Osmar cobrou da PCR isonomia nas negociações.
“Quando deixa apenas na mão de um secretário de
saúde, ele fica vendo qual a categoria tem mais peso e isso acaba colocando os
servidores/as em conflito. Esta Casa não pode entrar nesse jogo. Quando isso
acontece uma categoria ganha e outra não ganha nada ou ganha muito pouco”,
destacou.
No
fim do pronunciamento Osmar disse que a PCR não pode colocar falta nos
servidores/as que estão participando do movimento e parabenizou a categoria
pela coragem e pelo trabalho dedicado à população.
“São eles que estão no dia a dia nos postos
de saúde e merecem nosso respeito, merecem ser valorizados”, finalizou.
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| Reunião na Câmara com servidores/as. Foto: CMR |
Reunião – Ainda na segunda, Osmar participou de uma reunião
com outros parlamentares e uma comissão dos servidores/as da categoria. Após o
encontro, os/as servidores/as realizaram uma assembléia no pátio da Câmara
e aprovaram a suspensão da Greve até a próxima quinta-feira (04/12)
quando será realizada uma nova reunião com a gestão.
Reivindicações – Segundo o secretário Geral do Sindicato
Profissional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem de Pernambuco
(Saten-PE), Ademir Luiz, a categoria reivindica a regulamentação de duas
leis: a do Pmaq – eles reclamam que o projeto foi enviado à
Câmara sem a discussão dos profissionais – e a Lei do Adicional do Desempenho
de Equipes (Adesus) – que é o incentivo repassado pelo Ministério da Saúde
aos trabalhadores do setor.


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