terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

PCR não executa requerimentos de Osmar




Durante a sessão plenária da Câmara Municipal do Recife desta terça (03/02), o Vereador Osmar Ricardo denunciou a falta de respeito da Prefeitura do Recife com os/as Vereadores/as da Casa José Mariano.

Osmar, assim como outros/as parlamentares, reclamou que ofícios e requerimentos aprovados no Plenário e enviados para a PCR não estão sendo atendidos.

Eu já fiz vários requerimentos, todos aprovados aqui no Plenário e nenhum foi atendido. Troca de lâmpadas, recapeamento, podação árvores. Tenho certeza que do total desta Casa nem 1% dos requerimentos foi realizado”, destacou.

Para Osmar, situações com esta mostram o desrespeito da gestão Geraldo Julio com o Legislativo Municipal e com o povo do Recife.

A falta de diálogo parece ser uma característica desta prefeitura que também não abre espaço para a participação popular.


“Eles acabaram com o Orçamento Participativo, com os movimentos culturais, tentaram forçar uma Conferência da Juventude sem a participação dos/as e do movimento estudantil”, relembrou. 

Imprensa local repercute Resolução Política do PT Recife



A reunião do Diretório do PT Recife realizada no dia 31 de janeiro formalizou uma Resolução Política. O texto traz a postura de oposição do partido ao prefeito Geraldo Julio (PSB) e enumera as obras desenvolvidas durante as gestões dos prefeitos João Paulo e João da Costa que foram esquecidas pelo atual governo.

O Vereador Osmar Ricardo (PT), líder do PT na Câmara, aprovou a elaboração do documento. Osmar também é favorável ao lançamento de candidatura própria do partido para 2016. Durante, a reunião do último sábado, Osmar lançou o tema para votação, mas a maioria dos membros do diretório municipal preferiu não incluir o item na pauta.

“Eles acharam que era cedo demais. Era uma posição com o objetivo de afirmar para o público de fora e mostrar quais nossas bandeiras”, explicou Osmar.




Osmar cobra da PCR abertura do diálogo com ambulantes




Nesta terça (03/02), o Vereador Osmar Ricardo (PT) em discurso na Tribuna da Câmara do Recife cobrou da Prefeitura mais empenho na discussão do impasse envolvendo os/as comerciantes informais do Centro do Recife.

Osmar criticou a postura da PCR e do Secretário de Mobilidade e Controle Urbano, João Braga.

“Braga aproveitou o recesso legislativo desta Casa para retirar arbitrariamente os/as ambulantes da Boa Vista alegando que eles não possuem alvará de funcionamento”.

Osmar lembrou que nem órgãos públicos possuem o documento. “A própria 1ª Regional não tem alvará de funcionamento. Ou seja, eles cobram o cumprimento da lei que nem eles mesmos cumprem”, frisou Osmar.

Ainda na Tribuna, Osmar citou vários outros bairros cujos/as comerciantes também estão sofrendo ações arbitrárias da Secretaria de Mobilidade como Santo Amaro (nas ruas Buarque de Macêdo e Rua da Bola), Bomba do Hemetério, Torre e IPSEP.

Para encerrar, Osmar reforçou que não é contra a organização da cidade, mas é preciso buscar uma solução alternativa para os/as trabalhadores/as.

“Para continuar este debate, vamos fazer uma Audiência Pública sobre a situação do comércio informal no Recife, com ênfase nos/as ambulantes da Boa Vista. A Audiência será dia 24 de fevereiro no Plenarinho desta Casa”, destacou.


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

O petróleo é nosso!



Ao citar ataques de “predadores internos e de inimigos externos”, a presidenta Dilma Rousseff aproveitou o discurso de Compromisso Constitucional perante o Congresso Nacional, na quinta-feira (1º) para fazer a defesa da Petrobras. Dilma denunciou a estratégia de se tentar enfraquecer a maior estatal brasileira para, assim, se abrir caminho para a entrega do patrimônio dos brasileiros.

A defesa de Dilma lembrou a campanha “O petróleo é nosso”, que culminou com a criação da Petrobras, durante o governo do presidente Getúlio Vargas, em 1953. No período, nacionalistas defendiam que o recurso deveria ser explorado por uma empresa nacional, enquanto entreguistas trabalhavam para que a riqueza nacional caísse na mão das grandes corporações internacionais.

Não podemos permitir que a Petrobras seja alvo de um cerco especulativo de interesses contrariados com a adoção do regime de partilha e da política de conteúdo nacional, partilha e política de conteúdo nacional que asseguraram ao nosso povo o controle sobre nossas riquezas petrolíferas”, afirmou. Para a presidenta, a estatal é maior do que quaisquer crises.

O regime de partilha, citado pela presidenta, garante à União uma parcela maior dos recursos advindos do petróleo explorado no Brasil. No caso do campo de Libra, o primeiro contrato assinado sob esse modelo, 75% dos recursos ficarão para o governo federal, estados e municípios e o restante para as empresas que vão trabalhar no campo.

E como a Petrobras ainda terá 40% dos 25% restantes, 85% dos recursos, contabilizados em mais de R$ 1 trilhão, nos próximos 35 anos, vão ficar para o Brasil. A oposição, no entanto, quer cassar o regime de partilha e fazer voltar o modelo de concessão, em que o petróleo fica para a empresa que explora, e o governo recebe apenas o pagamento de royalties.

No último dia 17 de dezembro, o candidato tucano derrotado na chapa de Aécio Neves, senador Aloysio Nunes (SP), apresentou um projeto de lei para extinguir o regime de partilha de produção para os contratos de exploração de petróleo, a partir de 1º de janeiro de 2015.

O projeto do senador justifica o discurso da presidenta Dilma, sobre a intenção de se atacar a Petrobras para beneficiar o capital privado.



Histórico entreguista – Os ataques dos tucanos contra a Petrobras e a aliança com corporações internacionais do setor não vem de hoje. José Serra, então candidato à presidente pelo PSDB em 2010, foi flagrado prometendo o fim do regime de partilha a uma alta funcionária da americana Chevron. A conversa virou tema de um telegrama diplomático do governo americano e foi vazada pelo WikiLeaks (http://goo.gl/uXT3J7).

Os tucanos foram os responsáveis por acabar, em 1997, com o monopólio da Petrobras na exploração de campos petrolíferos. Desde então, o governo de Fernando Henrique Cardoso passou a fazer concessões dessas áreas. Com o regime de partilha posto em prática pela presidenta Dilma, parte do óleo descoberto passou a pertencer à União e a Petrobras virou a operadora exclusiva no Pré-sal.

Para Dilma, o modelo de concessão é adequado quando não há confirmação, na área a ser explorada, da quantidade, da qualidade e até da existência do petróleo. Como a empresa, nesse caso, assume o risco na exploração, fica com uma parte maior dos recursos. Não é o caso do Pré-sal, onde a Petrobras constatou a viabilidade dos campos, com óleo em grande quantidade e de boa qualidade.

Apoio da mídia – Dois veículos aliados dos tucanos na mídia também se posicionaram contra os interesses nacionais. Em editorial, o jornal “O Globo”, um dos maiores apoiadores da campanha de Aécio Neves ao Planalto, foi taxativo: “A política brasileira para o petróleo, extremamente concentrada na Petrobras, terá de passar por uma revisão”.

O texto do “O Globo” avança sobre o Pré-sal, lembra que a estatal ganhou o direito, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de ser a operadora única dos blocos e ter uma participação mínima de 30% no consórcio vencedor. “Ambas as condições são inexequíveis para a realidade financeira e gerencial da Petrobras”, afirma.

Na revista “Veja”, da editora Abril, o ex-ministros da Fazenda Maílson da Nóbrega deu o recado semelhante: “A Petrobras precisa deixar de ser a operadora única e de controlar pelo menos 30% dos campos”. Segundo ele, a recuperação da companhia inclui a restauração do regime de concessão, ou seja, tirar das mãos da empresa a maior riqueza em petróleo do País.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Vagas para autistas nas escolas do Recife



O autismo é uma disfunção global do desenvolvimento que altera a capacidade de comunicação e socialização do individuo. Devido às dificuldades encontradas por pais na hora de matricular os filhos nas instituições de ensino do Recife, o Vereador Osmar Ricardo (PT) criou um projeto de lei que determina a reserva de vagas para essas crianças e adolescentes.

“O autista tem problemas com a convivência na sociedade. Ao colocá-lo em contato com outros alunos, tiramos da zona de conforto e ajudamos a conviver em grupo. Não adianta mantê-lo em uma bolha. O que faz o desenvolvimento é a interação com pessoas diferentes dele”.

O projeto determina que as instituições de ensino deverão disponibilizar pelo menos duas vagas. As escolas ainda devem manter, em caráter permanente nos murais internos de sala de aula, corredores e pátios, material gráfico informativo sobre os sintomas do autismo.

“É necessário criar ações voltadas à capacitação do professor e à mudança da escola. É preciso rever a formação de modo a ajudar os docentes a lidar com limitações e as dificuldades de cada aluno, com ou sem necessidades especiais”.

No Brasil já existe a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, criada com a lei federal número 12.764, que estabelece multa ao gestor escolar ou autoridade competente que recusar a matrícula de aluno com transtorno do espectro autista. Osmar Ricardo lamenta que a lei não seja cumprida.

“Os pais vão à escola e por elas não afirmarem a discriminação, alegam que não existem vagas na hora da matrícula de um autista”.

O vereador sugere uma revisão das políticas públicas para garantir aos educadores o conhecimento, o tempo e a formação necessária para que os alunos não sejam apenas matriculados, mas tenham garantido o direito de aprender.

“Essas escolas, além de uma abertura para os autistas, deveriam se preparar para um aluno com as demais necessidades”.

Outra determinação da matéria é um canal de relacionamento na Secretaria de Educação, que será utilizado para reclamações de pais e familiares, no caso de matrícula recusada para alunos autistas.


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Osmar homenageia médico da Prefeitura do Recife




Nesta quinta (04/12), o Vereador Osmar Ricardo (PT) homenageou o médico Arturo de Pádua Walfrido Jordán com o prêmio “Mérito de Saúde Professor Fernando Figueira”. A solenidade ocorreu no plenário da Câmara Municipal do Recife.

Formado pela Universidade Federal de Pernambuco em 2001, Dr. Arturo de Pádua é Gerente da Atenção Básica da Secretária de Saúde do Recife que coordena vários programas como Saúde da Família, Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD), Núclçeo de Atenção à Saúde da Família (NASF), Academia da Cidade, Saúde Bucal, SANAR, PNI dentre outros. Sua atuação profissional é marcada pelas ações de humanização no atendimento aos/às pacientes.


Prêmio – O “Mérito de Saúde Professor Fernando Figueira” foi criado em 2012. O prêmio reverencia o médico, pesquisador e professor, Fernando Jorge Simão dos Santos Figueira, que teve a vida inteira dedicada à medicina e seu ensino. Ao todo foram 25 homenageados/as na Câmara do Recife.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Osmar defende reivindicações dos/as Servidores/as da Saúde da PCR



Nesta segunda (02/12), o Vereador Osmar Ricardo (PT) foi a Tribuna da Câmara Municipal do Recife para defender as reivindicações dos/as auxiliares e técnicos de enfermagem.

“O que me traz nessa tribuna hoje é a indignação dos/as servidores/as da Prefeitura com essa gestão que acerta uma coisa na mesa de negociação e quando chega na prática, na hora de mandar os projetos pra fechar os acordos, deixa a desejar”, criticou Osmar.

Osmar reforçou que as verbas federais estão disponíveis para que os acordos sejam selados.

         “Foram feitos acordos com o Sindicato dos Médicos, Sindicatos dos Dentistas, Sindicato dos Enfermeiros. Acordos protocolados com verba federal do SUS que não vão mexer nos cofres municipais”, lembrou Osmar.

Ainda no discurso Osmar cobrou da PCR isonomia nas negociações.

“Quando deixa apenas na mão de um secretário de saúde, ele fica vendo qual a categoria tem mais peso e isso acaba colocando os servidores/as em conflito. Esta Casa não pode entrar nesse jogo. Quando isso acontece uma categoria ganha e outra não ganha nada ou ganha muito pouco”, destacou.

No fim do pronunciamento Osmar disse que a PCR não pode colocar falta nos servidores/as que estão participando do movimento e parabenizou a categoria pela coragem e pelo trabalho dedicado à população.

São eles que estão no dia a dia nos postos de saúde e merecem nosso respeito, merecem ser valorizados”, finalizou.

Reunião na Câmara com servidores/as. Foto: CMR
Reunião – Ainda na segunda, Osmar participou de uma reunião com outros parlamentares e uma comissão dos servidores/as da categoria. Após o encontro, os/as servidores/as realizaram uma assembléia no pátio da Câmara e  aprovaram a suspensão da Greve até a próxima quinta-feira (04/12) quando será realizada uma nova reunião com a gestão.

Reivindicações – Segundo o secretário Geral  do Sindicato Profissional  dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem  de Pernambuco (Saten-PE), Ademir Luiz, a categoria reivindica a regulamentação de duas leis:  a do  Pmaq –  eles reclamam que o projeto foi enviado à Câmara sem a discussão dos profissionais – e a Lei do Adicional do Desempenho de Equipes (Adesus) – que é  o incentivo repassado pelo Ministério da Saúde aos trabalhadores do setor.